Hoje, após me lamentar bastante pelo defeito do Defy. Passando no supermercado, resolvi comprar esses brinquedos para distrair. Bem divertido!
#nerf

This is the end my friend...
Hoje, após me lamentar bastante pelo defeito do Defy. Passando no supermercado, resolvi comprar esses brinquedos para distrair. Bem divertido!
#nerf

Acabo de terminar um ótimo livro. "O Estado babá" do David Harsanyi. Trata de como estamos permitindo que o Estado, travestido de bom samaritano esteja continuamente retirando nossas liberdades, e se entrometendo em nossa vida privada.
Leis sem espírito, ou no máximo com o chamado "espírito de porco"nos atingem diariamente. O engraçado do livro é que soube dele por acaso, folheando a revista ÉPOCA. Uma breve matéria comentava o lançamento do livro. Estava na sala de espera de um dentista, na verdade, uma clínica de emergência... Enfim, na época já pensava nessa intromissão do Estado e em como somos treinados a seguir regras, inclusive as mais tolas. Embora todo o livro trate da realidade americana, sua mensagem cabe muito bem em nossa realidade. Com um ou outro ajuste.
Fico pasmo quando percebo que a polícia hoje tem tanta autoridade sobre ia cidadão "de bem", e o pior o mesmo cidadão que hoje é vítima de uma invasão a seus direitos pela polícia apóia tal atitude! Hoje a norma é que somos todos criminosos, esperando a próxima oportunidade para agir da maneira mais vil. E daí, ou isso é falso e estamos sendo vítimas de um terrorismo ideológico aonde somos guiados a agir e pensar(?) como nos ditam ou somos um fracasso social e melhor seria se fôssemos todos isolados e castrados.
Parece que deixamos de ser capazes de tomar decisões, de resolvermos conflitos sem que exista a intromissão do Estado. Estamos cada vez mais, criando não uma sociedade, mas um rebanho de fracos, obedientes e omissos em troca da ilusão de segurança ou de desenvolvimento. E ainda assim, vivemos com medo. Temos medo da polícia, de médicos, de seguranças até! Vejam só. Não aprendemos a ser ordeiros pois isso é bom. Seguimos regras, quando as seguimos, pelo medo.
Devemos aceitar a responsabilidades de sermos livres. Aprender se fazer escolhas e a viver com suas consequências. Não devemos deixar que outros roubem esse direito.
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Tenho de me lembrar de ainda nessa linha escrever sobre o enxame de proibições diárias, que nos são impostas.
